Lendo a Bíblia em tempos de crise
Somam 15 semanas de Quarentena agora.
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É claro que você já passou por muitas crises ao longo da vida. Sendo brasileiro, então, as chances de não ser capaz de contá-las aumenta e muito; embora não tenha nenhum gráfico aqui pra comprovar minha teoria. Em tempos de crise você e eu procuramos em Deus uma resposta. Somos aconselhados a buscar a presença do Senhor e ouvir Sua voz. Buscamos a Bíblia com a expectativas de entender a vontade de Deus e Seus propósitos. E nessas horas ela costuma começar a falar sobre coisas completamente aleatórias às nossas circunstâncias. Comigo, pelo menos, é assim.
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O estado de juízo e controle possível de experimentar em tempos de crise não é fruto de um súbito interesse pela Revelação. É fruto de uma fé alimentada diariamente, de uma esperança renovada por uma vida de devoção, fruto de um amor maduro e crescente. Fruto de uma relação intencional e despretensiosa, com investimento do nosso tempo, corpo, mente e emoções.
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Assim, em tempos de densas trevas simplesmente mantemos nossa devoção, nossa vida de oração, nosso estudo da Palavra; mantemos nossa relação com Jesus. Não buscamos a Deus como se procura um oráculo. Buscamos a Deus não procurando respostas mas procurando o próprio Deus que de bom grado se permite ser encontrado.
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Talvez nisso reside nosso problema, nossas orações não respondidas e o silêncio assombroso no quarto: estamos atrás de respostas, não da pessoa de Jesus.
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Aprendi que em tempos difíceis devo buscar ao Senhor e ouvir o que Ele deseja revelar. Deixo as angústias diante dEle, elas não devem moldar nossa relação. Em tempos de crise aprendo do Senhor, penso nEle, caminho com Ele e em tempos de futuras crises estarei bem segura na rocha do Seu caráter. Em tempos de crise, estude a Bíblia não como quem sonda os mistérios por trás dos problemas, mas como um filho tentando conhecer o pai.
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É claro que você já passou por muitas crises ao longo da vida. Sendo brasileiro, então, as chances de não ser capaz de contá-las aumenta e muito; embora não tenha nenhum gráfico aqui pra comprovar minha teoria. Em tempos de crise você e eu procuramos em Deus uma resposta. Somos aconselhados a buscar a presença do Senhor e ouvir Sua voz. Buscamos a Bíblia com a expectativas de entender a vontade de Deus e Seus propósitos. E nessas horas ela costuma começar a falar sobre coisas completamente aleatórias às nossas circunstâncias. Comigo, pelo menos, é assim.
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O estado de juízo e controle possível de experimentar em tempos de crise não é fruto de um súbito interesse pela Revelação. É fruto de uma fé alimentada diariamente, de uma esperança renovada por uma vida de devoção, fruto de um amor maduro e crescente. Fruto de uma relação intencional e despretensiosa, com investimento do nosso tempo, corpo, mente e emoções.
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Assim, em tempos de densas trevas simplesmente mantemos nossa devoção, nossa vida de oração, nosso estudo da Palavra; mantemos nossa relação com Jesus. Não buscamos a Deus como se procura um oráculo. Buscamos a Deus não procurando respostas mas procurando o próprio Deus que de bom grado se permite ser encontrado.
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Talvez nisso reside nosso problema, nossas orações não respondidas e o silêncio assombroso no quarto: estamos atrás de respostas, não da pessoa de Jesus.
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Aprendi que em tempos difíceis devo buscar ao Senhor e ouvir o que Ele deseja revelar. Deixo as angústias diante dEle, elas não devem moldar nossa relação. Em tempos de crise aprendo do Senhor, penso nEle, caminho com Ele e em tempos de futuras crises estarei bem segura na rocha do Seu caráter. Em tempos de crise, estude a Bíblia não como quem sonda os mistérios por trás dos problemas, mas como um filho tentando conhecer o pai.
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