Igreja não é a casa da Barbie
Uma amiga está vivenciando a saga de encontrar uma igreja para congregar. Conversamos essa semana sobre esse processo de conhecer uma comunidade e entender se é ali que devemos ficar, servir, nos engajar. Ela falava de uma comunidade específica que visitara cuja 'propaganda' despertara seu interesse. Aparentemente uma igreja que se propunha a ser relevante na sociedade, 'liberta de doutrinas, apegada à Palavra' (assunto para outro post). Uma igreja não identificada com qualquer denominação tradicional, na verdade, se propunha a captar o que há de melhor em todas elas, sempre mantendo o firme propósito de 'ser relevante' (ops, outro post também). Pensando sobre esse 'melhor dos mundos', algo me intrigou. Será possível obter 'o melhor' sem ter de lidar com 'o pior', logo ali, na outra face da moeda? Quanto maior a excelência e qualidade, maior fica a aparência do defeito.
|
Todo benefício carrega, inevitavelmente, uma deficiência. Já tá posto em Gênesis que a terra produzirá ervas daninhas, a despeito de todo esforço, cuidado e esmero no trabalho, sempre teremos que lidar com as deficiências. Nisso consiste minha completa incredulidade em organizações que se propõe a serem 'o melhor dos mundos', construindo algo novo pela associação das melhores partes de outras organizações. Uma igreja que se propõe a ser mais bíblica, mais relevante, mais atuante, mais responsiva, através da união das melhores características de outras igrejas de denominações tradicionais, ao meu ver, deseja criar a Gisele Bündchen mas acaba criando um Frankstein. Não se pode ter 'o melhor' de coisa alguma sem carregar junto as deficiências daquela coisa.
|
Escolher uma igreja para fazer parte não é um processo de selecionar qual organização melhor consegue unir o melhor de cada denominação; as características mais desejáveis dessa, a liturgia mais tocante de uma, os eventos mais populares da outra, os ministérios mais produtivos daquela lá, ou algo do tipo. Escolher uma igreja significa escolher uma comunidade, optando pelos seus pontos fortes sabendo e estando consciente de cada deficiência que compõe aquele corpo. Se entramos em um corpo local iludidos ou sem sabermos quais deficiências estamos abraçando, é bem capaz que não suportemos por muito tempo ou com tanta animosidade tal família da fé. Não há uma casa-cor-de-rosa a qual pertencer, paremos de procurá-la.
|
Todo benefício carrega, inevitavelmente, uma deficiência. Já tá posto em Gênesis que a terra produzirá ervas daninhas, a despeito de todo esforço, cuidado e esmero no trabalho, sempre teremos que lidar com as deficiências. Nisso consiste minha completa incredulidade em organizações que se propõe a serem 'o melhor dos mundos', construindo algo novo pela associação das melhores partes de outras organizações. Uma igreja que se propõe a ser mais bíblica, mais relevante, mais atuante, mais responsiva, através da união das melhores características de outras igrejas de denominações tradicionais, ao meu ver, deseja criar a Gisele Bündchen mas acaba criando um Frankstein. Não se pode ter 'o melhor' de coisa alguma sem carregar junto as deficiências daquela coisa.
|
Escolher uma igreja para fazer parte não é um processo de selecionar qual organização melhor consegue unir o melhor de cada denominação; as características mais desejáveis dessa, a liturgia mais tocante de uma, os eventos mais populares da outra, os ministérios mais produtivos daquela lá, ou algo do tipo. Escolher uma igreja significa escolher uma comunidade, optando pelos seus pontos fortes sabendo e estando consciente de cada deficiência que compõe aquele corpo. Se entramos em um corpo local iludidos ou sem sabermos quais deficiências estamos abraçando, é bem capaz que não suportemos por muito tempo ou com tanta animosidade tal família da fé. Não há uma casa-cor-de-rosa a qual pertencer, paremos de procurá-la.
Comentários
Postar um comentário