Se você é um cristão há pelo menos um ano em uma igreja que preza pela instrução bíblica, já teve tempo de conhecer Paulo e ter uma noção, pelo menos, da grande contribuição dele para a Igreja de Cristo. Você conheceu o fariseu conhecedor das Escrituras, o aluno de Gamaliel, o poliglota, o missionário ao mundo grego e ouviu falar da sua grande capacidade argumentativa. Você conhece o Paulo da doutrina, da conversão de tirar o fôlego, das viagens missionárias, dos açoites e perseguição. Conhece o Paulo da prisão, da alegria em meio a provação, o Paulo do zelo e do fervor. O Paulo que serviu a Cristo sofrendo com ele Suas dores. Então, num belo dia, como que do nada, você começa a ouvir sobre o Paulo fazedor de tendas. Aquela informação curta que te ajudou um dia a entender mais ou menos como funcionava o sustendo do apóstolo e seu sofrimento no campo missionário. Já agora, aquilo se apresenta quase como doutrina, como instrução e pasmem, como modelo de atuação ministerial para pastores ...
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